28 de mar de 2010

Shaheen Jafargholi

Diante de uma afronta as vezes vem o medo e a dúvida, será que vou conseguir? este menino de apenas 12 anos venceu o medo.

19 de mar de 2010



Adeus:
É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amigo:
É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo:
É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade:
É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Carinho:
É quando a gente não encontra nenhuma palavra parra expressar o que sente e fala com as mâos, colocando o afago em cada dedo.
Ciúme:
É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Cordialidade:
É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Doutrinação:
É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Entendimento:
É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama.
Evangelho:
É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução:
É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Fé:
É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Filhos:
É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-lá.
Fome:
É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Inimizade:
É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Inveja:
É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lágrima:
É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Lealdade:
É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Mágoa:
É um espinho que a gente colocano coração e se esquece de retirar.
Maldade:
É quando arrancamos as asas do anjo que deverámos ser.
Netos:
É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Ódio:
É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Orgulho:
É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Paz:
É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Perdão:
É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamis teria.
Perfume:
É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Pessimismo:
É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Preguiça:
É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Raiva:
É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Saudade:
É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo:
É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Simplicidade:
É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Sinceridade:
É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Solidão:
É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Supérfluo:
É quando a nossa sede precisa de um gole de aguá e a gente pede um rio inteiro.
Ternura:
É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade:
É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.
 (O Homem Que Veio da Sombra- de Luiz Gonzaga Pinheiro)
AMIGOS FINALMENTE O BLOGUE JÁ ESTÁ FUNCIONANDO NORMAL. BOM DIA!

16 de mar de 2010

olá amigos estou tentando arrumar o blog está com alguns problemas.

11 de mar de 2010

Abandone os 8 hábitos que mais destroem o seu cabelo

Os pecados incluem o mau uso de produtos e até falta de cuidado ao pentear

Difícil encontrar uma mulher feliz com o próprio cabelo. Pontas duplas, raiz muito oleosa, fios quebradiços, corte com muito volume, caimento sem graça... a lista de reclamações é enorme e, não raro, nunca zera. Mas nada de ficar culpando a genética pela sua insatisfação.

Em geral, as clientes sabem como cuidar do cabelo. Mas, no dia-a-dia, atropelam todas as recomendações e depois sofrem com os efeitos do desleixo , afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini, proprietário do Salão Self, em São Paulo, e especializado em cuidar da aparênciade celebridades como Maria Fernanda Candido , Karina Bacchi e muitas modelos que participam dos desfiles da SP Fashion Week.
Ele e a gerente de P&D Hair Care da Bertin Higiene e Beleza, Luciene Bastos, revelam quais são os hábitos que mais destroem os fios e ensinam como você faz para se livrar deles até, finalmente, travar um acordo de paz com a escova.

1. Deixar condicionador no cabelo: principalmente quem pena com os fios secos, é tentada a cada banho. O cabelo fica macio e escorre pelo pente debaixo do chuveiro, e você sonha em manter aquela sensação pelo dia todo. Mas não pense que deixar o creme no cabelo é melhor maneira de conseguir isso. Os condicionadores abrem as escamas dos fios. Assim conseguem penetrar e tratá-los , afirma Paulo César. Mas deixar o produto depois do banho é péssimo, porque as escamas não se fecham, o cabelo fica elástico e acaba se quebrando à toa .

2. Usar máscara hidratante na praia: não adianta inventar. Para tomar sol, o ideal é passar um creme sem enxágüe com proteção solar. E nada mais. Muitas mulheres acham que, usando uma máscara mais poderosa, estão protegendo o cabelo , diz o cabeleireiro do Self. Na verdade, elas estão queimando os fios. Esses produtos, além de não formarem uma capa contra os raios ultravioletas, têm um tempo de permanência. Excedê-lo enfraquece os cabelos.

 3. Prender os fios molhados: fazer isso uma vez ou outra não tem problema nenhum. Mas achar que vai domar o volume dos fios dando um bom nó em volta deles é assinar um atestado de raiva permanente. Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo faz juntar fungos e criar caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda , afirma Paulo. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto a cabeça não seca são medidas suficientes para evitar o cabelo armado demais.

4. Passar chapinha no cabelo molhado: este é um daqueles pecados sem misericórdia nenhuma. A gravidade é tanta que dá para sentir os efeitos na mesma hora. Os fios são profundamente agredidos. Além de queimados, eles se quebram. O único jeito de consertar é cortando , alerta Paulo Schettini. Antes de usar a prancha, seque bem os cabelos. Nem úmidos eles podem estar.
Cabelo
5. Ficar mais de três meses sem cortar: para muita gente, isso é papo de cabeleireiro. Mas não é, fique certa. A não ser que seu cabelo demore muito para crescer, este é o tempo médio de duração de um corte. Passada essa fase, as pontas começam a abrir e os fios quebram-se com facilidade. Os arrepiados aumentam o volume e os fios fracos começam a cair , explica a gerente de P&D Hair Care.

6. Desembaraçar com escovas maleáveis demais
: as cerdas moles são de manuseio mais difícil, além de quebrarem os fios. Por isso, os especialistas recomendam um pente com dentes bem largos e firmes ou uma escova do tipo raquete, mais resistente.

7. Esquecer as hidratações: a hidratação tema a capacidade de dar leveza e nutrir os cabelos, recuperando a maciez, o brilho e o aspecto saudável deles. Em função do grande uso dos produtos químicos (tinturas, alisamentos, relaxamento e etc.), os fios tendem a ficar danificados. A função da hidratação é de reverter tudo isso , afirma Luciene Bastos. Mesmo os fios oleosos merecem hidratações, feitas com produtos específicos.

8. Fazer mais de duas químicas
: você precisa escolher os tratamentos que quer aplicar. Relaxamento, coloração, progressiva, luzes... tudo isso junto deixa os fios porosos e fracos demais, arrebentando todas as pontas. Escolha dois tratamentos, no máximo, e faça hidratações mensais, no mínimo, indica Paulo. 

(minha vida)

10 de mar de 2010

Não Espere que façam
Faça você
Não espere um sorriso para ser gentil;
Não espere ser amado para amar;
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida;
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;
Não espere a queda para lembrar-se do conselho;
Não espere...
Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;
Não espere a mágoa para pedir perdão;
Não espere a separação para buscar reconciliação;
Não espere a dor para acreditar em oração;
Não espere elogios para acreditar em si mesmo;
Não espere...
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;
Não espere o eu te amo,para dizer eu também;
Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;
E então,o que você está esperando?
(desconhecido)



5 de mar de 2010

Refrigerante será que faz bem?


QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UM REFRIGERANTE

Base 1 lata padrão

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura.
(É muito para este momento em particular.)

40 minutos:
A absorção de cafeína está completa.
Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente.
Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo.
(Fisicamente, funciona como com a heroína.)

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
Ficará irritadiço.

Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.
Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais!!!
Em sendo possível, dê preferência por aqueles em que se vêem as frutas (de boa procedência) sendo preparadas.

Seu corpo agradece!*

SE VOCÊ NÃO ACREDITA, converse com um nutricionista antes de criticar. O objetivo aqui não é fazer você parar de beber seu endeusado refrigerante, mas sim informar. Se quizer beba, mas sabendo do mal que faz.
 OBS: RECEBI ESTE E-MAIL DE UMA AMIGA ACHEI IMPORTANTE DIVIDIR COM VOCÊS.

4 de mar de 2010



Métodos para reduzir a vontade por doces. 
Eles funcionam?

Especialistas comentam técnicas como balas, fitoterápicos e chás


Tem quem não sinta aquela sensação de prazer depois de comer um suculento 
brigadeiro? E a felicidade que sentimos depois de devorar a sobremesa logo depois do almoço? Difícil não é?

O fato é que embora a vontade de comer doces seja normal e até saudável em todos nós, em algumas pessoas, ela se apresenta mais constante e até de forma incontrolável, fazendo com que os ataques à geladeira e o consumo de açúcar comprometam a dieta e a saúde, favorecendo o desenvolvimento de doenças como a obesidade e o diabetes.

Mas, será que é possível segurar o desejo pelo açúcar? O cardápio pode ajudar nesta missão? consultamos um time de especialistas para esclarecer as dúvidas sobre o assunto: a psicóloga Patricia Spada, a nutricionista do Centro de Diabetes da Unifesp, Paula Cristina da Costa, e os fitoterapeutas Maurício Pupo e Marcia Telles. 
Comer doce
Por que a vontade de comer doces é mais forte em algumas pessoas do que em outras?
A vontade de comer doces está diretamente ligada ao aumento da produção de serotonina, um hormônio neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Quando estamos tristes ou os níveis deste hormônio estão em baixa em nosso organismo, sentimos vontade de comer alimentos doces:

"É por que açúcar estimula a produção de serotonina no organismo, por isso comemos mais guloseimas quando estamos tristes", explica Patrícia Spada. "O organismo de uma pessoa que tem mais dificuldade de lidar com as emoções sofre mais alterações nas taxas de liberação de serotonina, o que faz com que seu organismo sinta maior necessidade de repor as doses do hormônio, daí o fato de algumas pessoas sentirem mais vontade de comer doces do que outras", diz a psicóloga. 
Bala de colágeno controla a compulsão por doce?
Rica em proteína, a bala também tem em sua composição o triptofano, um aminoácido precursor da serotonina. As substâncias da bala também têm o poder de fazer com que o corpo produza um hormônio chamado PYY, que manda uma mensagem ao cérebro, dando a sensação de saciedade, podendo ajudar a controlar a gula por doces.

"Ela ajuda a regular os neurotransmissores responsáveis pela vontade de comer doces", explica a fitoterapeuta Marcia Telles. "Porém, seu consumo deve ser receitado por um especialista". 
A garcínia diminui a vontade por doces?
Esta planta carrega doses de uma substância chamada de ácido hidroxicitrato (AHC), considerado um redutor natural de apetite (semelhante ao ácido encontrado no limão e na laranja).

"Ele controla a vontade de comer doces ao promover uma maior síntese de glicogênio, ou seja, quando as reservas de glicogênio estão altas, os receptores do açúcar no fígado são estimulados e enviam um sinal de saciedade ao cérebro", explica Marcia Telles.

Por outro lado, o AHC também tem a capacidade de estimular a liberação da serotonina, que desperta dá a mesma sensação de prazer que o doce nos proporciona. A garcínia pode ser consumida em forma de chá ou cápsulas. 
Fitoterápicos
Gotas de cacau funciona para reduzir a vontade por doces?
O produto, que se assemelha a gotinhas de chocolate, promete reduzir a compulsão por doces e gorduras. É composto por 50% de cacau orgânico, por Cromo, mineral que equilibra os níveis de açúcar no sangue, evitando os picos de fome, e por cafeína, um estimulante que ativa o metabolismo.

"Ele não tem açúcar na sua composição, podendo ser usado por diabéticos, desde que seja prescrito pelo endocrinologista", afirma o fitoterapeuta Maurício Pupo, responsável pelo desenvolvimento do produto. "O ideal é consumir apenas três unidades, por dia, na hora da gula". Por enquanto, é encontrado apenas nas farmácias de manipulação. O custo da caixa com 60 unidades é de R$ 80, em média. 
Dieta do bem!
A nutricionista da Unifesp Paula Cristina da Costa explica que existem alimentos que ajudam a diminuir a vontade de comer doces e diminuem a ansiedade, já que possuem propriedades que agem nos níveis de açúcar do sangue e são ricos em substâncias como o triptofano, que agem na produção de hormônios como a serotonina, responsável pela sensação de prazer que os doces causam, por isso devemos incluí-los em nossas refeições.

São eles: aveia, banana, maçã, canela, grãos em geral, castanha do Pará. " É preciso cuidado com os excessos de doce no organismo, pois, uma vez desregulado seu processamento, torna-se difícil ajustá-lo na mesma medida de novo. Doenças como diabetes, hipertensão, colesterol, e principalmente a obesidade estão diretamente ligadas ao consumo de doces?, explica a nutricionista Paula Cristina da Costa, da Unifesp. 

Dicas para diminuir a vontade por doces
1) Você já tentou identificar quais as situações que a (o) levam a comer doces? "Pense honestamente e tente agir contra a causa", diz a psicóloga Patricia Spada.

2) Quais são os seus doces preferidos? São sempre os mesmos ou você "elege" alguns de acordo com a fase em que está? "Preste atenção nisso, pois variar o gosto de acordo com a época é mais um indício de que você está se deixando levar por algum outro problema emocional que culmina na gula por doces", diz a psicóloga.

3) Se você é mulher, percebe que no período pré-menstrual este desejo aumenta? "Se sim, peça ajuda a seu ginecologista ou a um endocrinologista de confiança. Geralmente as mulheres sofrem mais nesta fase em função das alterações naturais de hormônio", explica Patrícia Spada.  
Comer doce
4) Você come quando está nervoso (a) ou se sentindo sozinho (a)? "Cuidado, isso pode virar um vício. Que tal controlar a ansiedade e o nervosismo com alguma atividade física como ioga, por exemplo", sugere Patricia.

5) Vale lembrar que se não está conseguindo dar conta de se controlar, procure um profissional da área. Poderá ajudar bastante!

(minha vida)

2 de mar de 2010

O garoto, o martelo e os pregos


Havia um garotinho que tinha mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência que batesse um prego na cerca dos fundos da casa.
No primeiro dia o garoto havia pregado 37 pregos na cerca. Porém, gradativamente o número foi decrescendo. O garotinho descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos na cerca. Finalmente chegou o dia, no qual o garoto não perdeu mais o controle sobre o seu gênio.
Ele contou isto a seu pai, que lhe sugeriu que tirasse um prego da cerca por cada dia que ele fosse capaz de controlar seu gênio. Os dias foram passando até que finalmente o garoto pôde contar a seu pai que não havia mais pregos a serem retirados. O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca.
Ele disse: Você fez bem garoto, mas dê uma olhada na cerca. A cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importando quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali. Uma ferida verbal é tão má quanto uma física. Tenha isto em mente antes de se irar contra alguém.


Autor Desconhecido
 Trabalhando ou estudando muito? 
Se você tem uma vida muito agitada e faz uso dos energéticos para dar uma renovada, aí estão algumas dicas.
O que é um energético?
Energéticos são bebidas à base de cafeína e outras substâncias estimulantes, como a taurina e a glucoronolactona, que potencializam a resposta do cérebro aos estímulos, deixando o corpo mais ativo ou acelerado.
Sua fórmula faz com que a pessoa se sinta revigorada durante algumas horas o que causa uma disposição aparente. Mas a ação dos energéticos também tem efeito rebote para o organismo.

"É um meio falso de restabelecer o pique. Passado o efeito, você fica ainda mais cansado e sente os efeitos do estresse muscular", explica o fisiologista Paulo Zogaib.

Quando consumidas em excesso, as substâncias estimulantes causam ansiedade, agitação, cefaleia e, em alguns casos, apresentam grau de toxidade questionável, como a taurina e a glucoronolactona. "São substâncias que alteram o funcionamento de nosso organismo de forma brusca, por isso devem ser ingeridas com moderação e certa cautela", diz Zogaib.  
Um energético hidrata o corpo?
Não, pelo contrário, é uma bebida diurética, que faz o organismo eliminar líquido. Segundo a nutricionista Roberta Stella, a principal característica dos energéticos é aumentar a resistência física devido à presença, principalmente, da cafeína. "Eles não foram desenvolvidos visando à hidratação e, por isso, não devem ser consumidos com esta finalidade, sendo necessária a ingestão de água para obter uma boa hidratação", explica. 
Por que a combinação com álcool é perigosa?
Quando são consumidos em combinação com álcool, os energéticos provocam aumento da adrenalina, palpitações, suor e dependendo da quantidade ingerida, podem levar à desidratação já que os dois são diuréticos. Segundo Paulo Zogaib, a combinação do energético com o álcool é perigosa, porque leva a excessos de ingestão de ambas as substâncias.
"O álcool é um depressor do sistema nervoso central (ele retarda as respostas do cérebro aos estímulos), enquanto o energético é um estimulante, por isso, quando ingerimos álcool é preciso aumentar a dose de energéticos para se alcançar o efeito de euforia. A pessoa que bebe a mistura fica mais acelerada pela ação do estimulante e mais corajosa pela ação do álcool, o que pode ser perigoso", afirma o fisiologista Paulo Zogaib. 
O energético tem a mesma função dos isotônicos?
Não. Para a nutricionista Patrícia Ramos, esta é uma substituição perigosa que pode levar a problemas mais sérios como a desidratação. De acordo com uma pesquisa realizada pela Unifesp, em dezembro de 2009, 20% das pessoas que bebem energéticos os consomem nas academias como se fossem isotônicos.
Os energéticos foram criados para amenizar a sensação de exaustão e cansaço, enquanto os isotônicos têm o objetivo de repor a água e os sais minerais que perdemos após uma atividade. "Os energéticos aceleram nosso cérebro e nossas funções, camuflando a sensação de cansaço. Já os isotônicos repõem nutrientes importantes. Trocar um pelo outro pode comprometer a saúde e o desempenho de quem não está atento a estas diferenças", explica Patrícia. 
Faz mal tomar o energético em jejum?
O risco de tomar um estimulante em jejum está ligado a absorção de suas substâncias pelo organismo. "Um energético ingerido em jejum pode comprometer as funções do estômago e de todo o aparelho digestivo, além de potencializar os efeitos da bebida na medida em que sua absorção se torna mais rápida e os efeitos mais intensos", explica o fisiologista.  
Tomar só energético, sem combinar com álcool, pode prejudicar a saúde?
O clínico geral explica que os energéticos, quando consumidos sozinhos, também fazem mal e que, apesar de serem muito mais perigosos quando combinados com bebidas e outras substâncias, acabam comprometendo a saúde, mesmo quando consumidos isoladamente, em função da alta dose de cafeína e de outros estimulantes. 
Eles prejudicam o sono?
Sim. Em um primeiro momento você perde o sono e fica acelerado, porém, segundo Paulo Zogaib, acabado o efeito, o organismo precisa compensar as horas de sono perdidas e daí a pessoa tende a dormir mais. "Você fica agitado por umas horas e não dorme, depois, dorme demais para compensar o tempo perdido", explica. 
Há interações perigosas com medicamentos?
Sim. O resultado da combinação de energético com medicamentos pode ser bastante prejudicial ao organismo. Se a pessoa já tem algum problema de saúde, tende a piorar. O uso isolado de estimulantes já altera as funções do organismo. "Se o remédio também for estimulante, por exemplo, poderá haver uma inibição de seu efeito", diz Zogaib.  
Vicia o organismo a ponto de perder o efeito?
Sim. Assim como os demais estimulantes químicos (cafeína ou drogas, como a cocaína, dentre outros), eles deixam de fazer efeito se tiverem o uso for contínuo e a pessoa passa a ingerir quantidades cada vez maiores para obter o mesmo resultado. "Isso varia muito de pessoa a pessoa, mas em geral, o corpo acostuma e pede cada vez mais. Vira um círculo vicioso grave", explica Paulo.
Criança pode tomar? Por que é chamado de refrigerante para adultos?
Segundo o clínico geral Flávio Tocci, os energéticos são assim conhecidos porque apesar de não serem alcoólicos, apresentam uma dose alta de cafeína e de substâncias com nível toxicológico questionável, e o organismo de uma criança não está preparado para receber tamanhas doses. "Se um adulto já fica acelerado, imagine uma criança. Ela pode apresentar tremedeira, ficar nervosa e muito acelerada. Não é apropriado", explica. 
Tem limite de consumo? Pode consumir todo dia?
Não deve ser consumido todos os dias, principalmente substituindo sucos, água ou refrigerantes tradicionais nas refeições. O clínico geral Flávio Tocci explica que não há nenhuma indicação positiva comprovada em relação aos energéticos e que ingeri-los uma ou duas vezes na semana não faz mal, mas que consumir este tipo de bebida todos os dias pode trazer complicações, assim como ocorre com a ingestão excessiva de qualquer outro estimulante.
Flávio explica que a quantidade exata permitida depende do organismo e da receptividade de cada pessoa, mas que, em geral, deve-se manter cautela com o consumo destas bebidas. "Tudo o que altera o funcionamento do nosso organismo deve ser consumido com moderação", continua. 
Atleta pode consumir? Dá dopping? O treino rende mais após tomar um energético?
De acordo com o personal trainer, Edson Ramalho, o rendimento físico de qualquer pessoa aumenta depois da ingestão deste tipo de bebida:
"A pessoa rende mais por que os energéticos aumentam a frequência cardíaca e a temperatura do corpo, melhorando a resistência e a performance do atleta", explica o personal. Porém, Edson explica que apesar de serem liberadas pelo Comitê Olímpico, as substâncias que compõem os energéticos, quando ingeridas em excesso, podem caracterizar dopping.
"Eles são vistos como bebidas naturais, mas a quantidade ingerida poderia caracterizar dopping se os seus membros entendessem que o atleta fez uso destas substâncias intencionalmente para render mais na competição", explica Edson.  
Dá para tomar pensando em rebater os sintomas da gripe, como o cansaço?
Para o clínico geral Flávio Tocci, os energéticos podem comprometer a recuperação de um paciente com gripe ou com algum outro problema, se consumidos em excesso: "O problema é combinar energético e remédios e acelerar um organismo que já está mais debilitado. Não faz mal se for consumido uma vez ou outra, mas quando o paciente apresenta qualquer problema de saúde, deve tomar cuidado para não agravar ainda mais seu estado", explica.  
O energético engorda?
A nutricionista Roberta Stella explica que os energéticos contêm valor calórico semelhante a quantidade de um copo de refrigerante ou suco de laranja e, por isso, quem deseja emagrecer deve consumir com moderação.  
(minha vida)